quarta-feira, 28 de julho de 2021

Gestores municipais de educação priorizam busca ativa de estudantes e suporte aos diretores, diz estudo da Undime

Os gestores municipais de educação apontam que a busca ativa dos estudantes e o suporte para os diretores são as prioridades do segmento em meio à pandemia da Covid-19, aponta estudo da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), divulgado nesta quinta-feira (22). O levantamento — que contou com o apoio do Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) — teve a participação de 3.355 redes municipais de ensino, o equivalente a 60,2% das existentes no país. A pesquisa buscou informações sobre quatro aspectos: como foi a transição entre os anos letivos de 2020 e 2021; quais foram as estratégias de ensino adotadas este ano; como está o planejamento para o segundo semestre e quais os principais desafios das secretarias municipais de educação. Para 61% dos respondentes, o suporte aos diretores é a maior prioridade neste momento de atividades predominantemente não presenciais. Quando o assunto é ir atrás dos estudantes que deixaram de ter vínculo com a escola, 59,4% atribuíram grau máximo de prioridade. A representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, destacou que mais de cinco milhões de crianças e adolescentes estão sem acesso à educação no país por conta da suspensão das aulas presenciais e dificuldades de conectividade para participarem do ensino remoto. Por isso, ela destacou a importância de as redes municipais priorizarem a reintegração desses estudantes ao espaço escolar. “Sabemos que cinco milhões de meninos e meninas estão sem vínculo ou com vínculo reduzido com a escola. A volta à educação precisa também de uma busca ativa de cada criança, que precisa de um acolhimento personalizado na escola. Não é só trazer ela de volta, mas é preciso ajudá-la”, defende. Questionados sobre os métodos usados para buscar os estudantes que não têm acompanhado as atividades escolares desde o início da pandemia, 71,8% dos gestores responderam que utilizam a estratégia Busca Ativa Escolar. A ferramenta foi desenvolvida pelo Unicef em parceria com a Undime e outras entidades com o objetivo de auxiliar estados e municípios a identificar crianças e adolescentes que estão fora das escolas, ajudando-os a voltar às salas de aula, permanecer e aprender. Outros 27,5% dos respondentes disseram que usam outra estratégia de reintegração. Apenas 0,7% disseram que não realizam nenhuma ação nesse sentido. “Acho muito importante esse reconhecimento da estratégia da Busca Ativa Escolar. Mais do que um projeto desenvolvido pela Undime e Unicef no Brasil e todo o seu processo, os municípios aderiram, a iniciativa trouxe uma cultura de busca ativa”, comemora Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime. 

Fonte: Brasil 61 

domingo, 25 de julho de 2021

O que já se sabe sobre o Processo Seletivo para ACTs 2022/23

 A Secretaria de Estado da Educação concluiu o processo de contratação da empresa responsável pelo processo seletivo para ACT 2022/2023. A vencedora foi o Instituto Selecon (INSTITUTO NACIONAL DE SELEÇÕES E CONCURSOS), com sede no Rio de Janeiro. Os documentos de contratação antecipam informações relevantes aos candidatos sobre o modelo de prova e o possível calendário do processo seletivo. Vale destacar, porém, que as datas e informações oficiais serão aquelas constantes do edital, ainda não publicado. Sobre a prova A SED contratou a realização de uma prova escrita, composta por uma prova de conhecimentos gerais com 10 (dez) questões objetivas e por uma prova de conhecimentos específicos com 10 (dez) questões objetivas, no formato de múltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas de resposta, de “A” a “E”, das quais somente 1 (uma) deverá ser assinalada como correta. As questões das provas deverão ser inéditas e versarão sobre os conteúdos programáticos constantes no Edital do Processo Seletivo. A novidade desta vez será a proposta de Redação, que também fará parte da prova. Datas Atenção: este calendário não é oficial e pode sofrer alterações Inscrição: de 01 de setembro a 30 de setembro de 2021 Isenção da taxa de inscrição: de 01 de setembro a 30 de setembro de 2021 Entrega de documentos isenção da taxa de inscrição: de 01 de setembro a 30 de setembro de 2021 Divulgação isenção da taxa de inscrição: até 30 de setembro de 2021 Pagamento da taxa de inscrição: de 01 de setembro a 30 de setembro de 2021 Entrega de documentos prova de títulos: de 01 de setembro a 30 de setembro de 2021 Entrega de requerimento pessoas com deficiência: até 30 de setembro de 2021 Entrega de requerimento prova especial: até 30 de setembro de 2021 Divulgação relatório das inscrições e análise dos títulos: até 04 de outubro de 2021 Prazo de recurso da prova de títulos: 04 e 05 de outubro de 2021 Publicação dos pareceres da prova de títulos: até 08 de outubro de 2021 Homologação das inscrições: até 15 de outubro de 2021 Confirmação do local de prova: a partir de 18 de outubro de 2021 Aplicação da prova: 24 de outubro de 2021 Divulgação do gabarito preliminar: 25 de outubro de 2021 Divulgação da nota da redação: 19 de novembro de 2021 Prazo de recurso questões da prova objetiva e redação: 22 e 23 de novembro de 2021 Publicação do gabarito oficial e pareceres dos recursos da prova objetiva e redação: 29 de novembro de 2021 Publicação relatório resultado preliminar: 03 de dezembro de 2021 Prazo de recurso resultado preliminar: 06 e 07 de dezembro de 2021 Divulgação dos pareceres resultado preliminar: 10 de dezembro de 2021 Homologação do resultado: 13 de dezembro de 2021 Outras informações A taxa de inscrição está fixada em R$ 70,00 (setenta reais).

sábado, 24 de julho de 2021

CENSUPEG

 


Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais em pronunciamento em rede nacional: 'Necessidade urgente'

O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu nesta terça-feira (20) em pronunciamento o retorno às aulas presenciais em todo o país. "Quero neste momento conclamá-los ao retorno às aulas presenciais. O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas gerando impacto negativo nestas e nas futuras gerações", disse. Por lei, os estados têm autonomia para decidir sobre volta às aulas na rede estadual; os municípios, na rede municipal. Ribeiro falou que o governo federal não tem autonomia sobre o tema. "O ministro da Educação não pode determinar o retorno presencial das aulas. Caso contrário, eu já teria determinado", afirmou. Segundo ele, "a vacinação de toda a comunidade escolar não pode ser condição para a reabertura das escolas". A volta, segundo ele, é uma "necessidade urgente". O ministro falou que o fechamento de escolas impõe "consequências devastadoras" 

Fonte - G1

domingo, 18 de julho de 2021

Educação de SC quer dar faltas e reduzir distanciamento em salas de aula

 Durante reunião do Grupo de Trabalho da Educação na pandemia, realizada

nesta quinta-feira (15), o secretário de Estado, Luiz Fernando Vampiro,

defendeu a redução no distanciamento dentro das salas de aula, de 1,5m para

1m. A ideia é permitir que as carteiras fiquem mais próximas para que as

escolas recebam mais alunos.

Vampiro comentou que o índice de contaminação nas unidades de ensino é

baixo e que outras medidas importantes como o uso de máscaras e a

higienização continuariam valendo normalmente.

O secretário reforçou a preocupação na qualidade do aprendizado e citou o

aumento da evasão escolar durante a pandemia. Mais de 6 mil estudantes

matriculados 'sumiram'. Em um trabalho de busca ativa, a Secretaria

conseguiu localizar mais de mil. Porém, outros 5 mil seguem sem estudar.

A sexta-feira (16) marca o último dia do 1° semestre letivo de 2021. E já

pensando na retomada das aulas, Vampiro também defendeu que os alunos

recebam faltas nos dias que precisariam estar em salas de aula.

— Se o formato é híbrido, quando tiver que ficar em casa o aluno fica. Mas

quando for o momento de ir para a aula, também tem que ir. Se não for, recebe

falta. É o que eu defendo — comentou o secretário.

Além de representantes da Secretaria da Educação, participaram do encontro

Secretaria da Saúde, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação

(Undime-SC), Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) e Ministério

Público de SC.

A proposta ainda será submetida ao Comitê de Retomada das Aulas

Presenciais que conta com 14 entidades.

Fonte: NSCtotal

sábado, 17 de julho de 2021

CENSUPEG

 


Não admito questões de gênero em livros didáticos', diz ministro

 Ministro da Educação, Milton Ribeiro, declarou que não admite questões de

gênero em livro didáticos para crianças de 6 anos, além de fazer um balanço

do primeiro ano de sua gestão à frente do MEC (Ministério da Educação) em

discurso em cerimônia de lançamento do cronograma para a implantação do

novo Ensino Médio no país, no auditório do Inep (Instituto Nacional de

Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), nesta quarta-feira (14).

"Não vou permitir que em livros didáticos a gente posso levar questões de

gênero para crianças de 6 anos de idade, tudo tem o seu tempo certo, não

podemos violentar a inocência das crianças" declarou. "Respeito as decisões

dos adultos, mas discordo de falar para uma criança que ela pode ser menino

ou menina aos 6 anos de idade, esse é um compromisso de valores que nosso

governo tem e não vamos abrir mão."

"Temos 38 milhões de alunos na educação básica pública no país, alguns

países não tem esse número de habitantes, tenho 54 mil escolas rurais que

não tem eletricidade, 4 mil escolas sem água e 3 mil sem esgoto, mas só se

pensa em internet e o que eu estava querendo dizer quando apoiei o veto

(presidencial à internet nas escolas) é que temos de trabalhar com cautela,

temos responsabilidade com recurso público", declarou ao fazer um balanço

do primeiro ano à frente do MEC.

FONTE: R7

sexta-feira, 16 de julho de 2021

MEC lança proposta curricular para ensino de português para surdos

 O Ministério da Educação lançou uma proposta curricular para ensino de

português como segunda língua para estudantes surdos do nível básico ao

superior.

O ensino de português como segunda língua já existe no país desde 2014,

mas não existe uma base de currículo nacional. A professora Cristina Bianchi,

uma das autoras do texto, explica que a proposta do MEC vai nortear as

discussões no Conselho Nacional de Educação na implementação desse tipo

de ensino (ouça no player).

O ensino de português para surdos possui várias particularidades. Uma delas

é a de que o ensino da língua não parte dos fonemas e sons; e sim de

imagens, que são mediadas pela Língua Brasileira de Sinais (Libras) - como

explicou Clissineide Rodrigues, diretora da escola bilíngue no Distrito Federal

(ouça no player).

A proposta curricular foi dividida em cadernos, de acordo com o nível escolar

do aluno. Essas unidades podem ser acessadas no site gov.br/mec.

Fonte: Rádio Agência Senado

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Novo ensino médio já tem orientações para gestores educacionais

 Com implementação prevista para 2022, o novo ensino médio já tem

orientações direcionadas aos gestores educacionais. Nesta quarta-feira (14), o

Ministério da Educação publicou a portaria com o cronograma e prazos que

devem ser incluídos nesse ensino. É o que explicou, durante a cerimônia de

lançamento do novo ensino médio, o secretário de Educação Básica do MEC,

Mauro Rabelo.

O novo ensino médio já estava previsto em lei de 2017 e define uma nova

organização do currículo escolar e aumento da carga horária, tendo como

referência a Base Nacional Comum Curricular. Algumas mudanças já foram

implementadas em algumas escolas do país, mas a lei torna obrigatória a

implementação em todo elas.

As mudanças previstas começam pela primeira série do ensino médio. No ano

seguinte, atinge a segunda série e, em 2024, as três séries do ensino médio.

Entre as principais mudanças estão o aumento da carga horária: a partir de

2022, o ensino médio deve ter, pelo menos, mil horas anuais.

Outra mudança é em relação aos chamados itinerários formativos. Cada

estudante vai escolher a área em que deve seguir, de acordo com os

interesses e necessidades pessoais. Esses itinerários se dividem em cinco:

Matemáticas e suas Tecnologias, Linguagens e suas Tecnologias, Ciências da

Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. O

quinto itinerário prevê a formação técnica e profissional.

Após o lançamento do novo ensino médio, o ministro Milton Ribeiro também

falou sobre os desafios da pandemia no ensino brasileiro e defendeu o retorno

às aulas presenciais.

A portaria publicada do novo ensino médio prevê, ainda, a formação de

professores, atualização de materiais didáticos e mudanças nas provas do

Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e Exame Nacional do Ensino

Médio (Enem), alinhados à base nacional comum curricular.

Fonte: Rádio Agência Senado

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Enem 2021 tem mais de quatro milhões de inscrições

 Mais de quatro milhões de pessoas se inscreveram para o Enem 2021. De

acordo com o Inep, responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio, mais

de três milhões de candidatos optaram pela versão impressa. Já na versão

digital, que será exclusiva para quem terminou ou está concluindo o ensino

médio, todas as 101 mil vagas foram preenchidas.

O número final de participantes desta edição só será confirmado após 19 de

julho, último dia para o pagamento da inscrição, no valor de R$ 85.

O Enem será aplicado nos dias 21 e 28 de novembro – tanto a versão digital

quanto a impressa, que terão a mesmo modelo de prova.

Para acompanhar o andamento da inscrição, basta acessar a página do

participante: enem.inep.gov.br.

Fonte: Rádio Agência Senado