sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

EUA oferece um ano de inglês gratuito para jovens negros e indígenas

 A Embaixada e Consulados dos Estados Unidos no Brasil oferece um ano de aulas

gratuitas de inglês para jovens profissionais negros e indígenas. São 260 vagas e as

incrições encerram neste domingo (13).

Segundo a embaixada, o curso é voltado para profissionais ou empreendedores

afro-brasileiros ou indígenas, com idade entre 18 e 35 anos, e conhecimento da

língua inglesa equivalente ao nível básico 2 (A2). São 210 horas de aulas online,

seis horas semanais, que acontecem durante todo o ano de 2022.

Conforme os Estados Unidos no Brasil, o foco é o mercado de trabalho, por isso, o

curso inclui atividades extracurriculares e mentorias com profissionais

especializados e presentes no mercado de trabalho. As incrições podem ser feitas

no site do curso.

A inicitativa da embaixada acontece por meio do Escritório Regional de Ensino de

Língua Inglesa (RELO), do Grupo +Unidos, que juntos vão possibilitar o curso,

chamado Access E2C (English to Connect, Communicate, Catalyze).

O curso tem foco em negócios, e já é oferecido em mais de 86 países. Segundo a

embaixada, o programa já teve mais de 2.650 participantes brasileiros desde seu

início, em 2008.

— Estamos muito felizes em anunciar mais um ano deste programa que agrega

valor às carreiras destes jovens e, consequentemente, contribui para o

desenvolvimento das iniciativas de Diversidade e Inclusão nas empresas —

comenta Daniel Grynberg, diretor executivo do Grupo +Unidos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Governo do Estado inaugura Centro de Educação Profissional em Rio Fortuna

 Os estudantes de Rio Fortuna começam nesta segunda-feira, 14, as atividades

escolares no Centro de Educação Profissional (Cedup) José Buss. A unidade

escolar foi oficialmente inaugurada durante a manhã pelo secretário de Estado da

Educação, Luiz Fernando Vampiro, em solenidade que teve a participação da

equipe gestora, professores, alunos e da comunidade de Rio Fortuna.

“Buscamos fazer investimentos certos e seguros para alcançar cada vez mais

pessoas. A educação transforma vidas e molda nosso futuro", destaca o governador

Carlos Moisés.

Serão oferecidos na unidade os cursos técnicos e profissionalizantes de

Enfermagem, Alimentos, Vendas e Magistério. As atividades escolares no novo

Cedup, que conta com 30 profissionais de educação no quadro docente, iniciam

nesta semana com oito turmas de ensino técnico e mais três turmas da Educação

de Jovens e Adultos (EJA).

"Nós estamos colocando aqui equipamentos de alta qualidade, para que este centro

seja nossa referência para toda Santa Catarina. Nós estaremos daqui 10 anos

vendo profissionais do Cedup de Rio Fortuna que serão referência, empresários de

sucesso, agricultores, gestores. Estamos aqui, governador e eu, recebendo as

palmas, mas as palmas são para todos vocês que entenderam este propósito, não

se decepcionaram e não deixaram de acreditar que Rio Fortuna seria um berço da

educação profissionalizante de Santa Catarina", disse o secretário Vampiro.

A estrutura da nova unidade conta com 12 salas de aula, biblioteca, auditório,

refeitório e ginásio poliesportivo. Os alunos matriculados na unidade também têm à

disposição oito laboratórios para atividades práticas de Química, Biologia,

Matemática, Física, Línguas, Informática e Agricultura (duas salas).

Ao todo, a unidade foi construída em uma área total de 5,5 mil metros quadrados e

tem capacidade para atender até 2,5 mil alunos. A Udesc também ofertará cursos

de extensão na área de piscicultura na unidade escolar, em uma parceria com a

Secretaria de Estado da Educação (SED).

O diretor do Cedup José Buss, Marcos André Roecker, agradeceu o empenho do

Governo do Estado para garantir a conclusão da obra na unidade. "Não podemos

esquecer a confiança dos nossos alunos e da nossa comunidade em nossa

instituição, que estão depositando aqui suas expectativas profissionais e pessoais.

É muito gratificante ver que a população da nossa região terá a oportunidade de se

aperfeiçoar, melhorando sua qualidade de vida e dos serviços prestados, e

consequentemente com o desenvolvimento da comunidade', completa.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Ministro da Educação defende necessidade de combater a corrupção

 O ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu hoje (14) a necessidade de

combater a corrupção para garantir que os recursos públicos atendam à população.

“Nós não temos mais ladrões assentados nos ministérios. Chega disso. Nós temos

agora é que usar o dinheiro público com os brasileiros”, disse ao discursar 1º

Encontro de Prefeitos e Gestores Municipais da Educação da Região Península dos

Grandes Lagos, em Andradina, interior paulista.

Ribeiro diz estar empenhado em combater o mau uso do dinheiro repassado pelo

Ministério da Educação aos municípios. “Eu sou obstinado contra político ladrão. Já

mandei mais de 700 prefeitos para o Tribunal de Contas da União”, disse.

O ministro destacou ainda a necessidade de valorizar a educação básica ao fazer

referência ao aumento de 33% no piso salarial dos professores, oficializado pelo

governo federal no início do mês.

“O alicerce da educação é aprender a ler e escrever, é educação básica. Não

adianta construir universidades pelo Brasil, é a mesma coisa que começar uma obra

pelo telhado”, disse.

A portaria que elevou para R$ 3.845,63 o piso dos profissionais da educação básica

foi assinada no último dia 4 de fevereiro pelo presidente Jair Bolsonaro.

Também participou do evento em Andradina o ministro da Ciência, Tecnologia e

Inovações, Marcos Pontes. Ele também ressaltou a importância da atenção à

educação dos jovens.

“Se a gente oferecer a oportunidade deles terem educação e logo depois a gente

oferecer a possibilidade deles abrirem empresas ou trabalharem em empresas e

terem a vida digna, dessa forma a gente vai construir um país”, disse Pontes.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Subcomissão da Educação debaterá evasão escolar na pandemia

 A Subcomissão da Educação na Pandemia do Senado se reunirá, na próxima

segunda-feira (21), em sessão temática, para debater estratégias e garantir o

retorno e a permanência de crianças, adolescentes e jovens nas escolas públicas

brasileiras. A reunião está prevista para começar às 14h e será realizada de forma

remota.

No debate será abordada a prioridade máxima para garantir não só o retorno, mas a

permanência dos alunos nas escolas públicas, como também será discutida uma

ação coordenada e nacional para enfrentar os altos números de evasão e abandono

escolar decorrentes da pandemia. O requerimento para a sessão (RQS 2.407/2021)

é do senador Flávio Arns (Podemos-PR) e outros parlamentares.

Na justificativa do requerimento, Anrs alerta para o impacto da pandemia de

coronavírus sobre a área de educação e o problema da evasão escolar.

“O fechamento das escolas por razões sanitárias deixou milhares de estudantes

sem acesso ao ensino (por falta de equipamentos e de internet, principalmente),

mas também os afastou do contato com professores e colegas, criando um

distanciamento em relação à sala de aula, o que levou muitos ao abandono dos

estudos. Como agravante, muitos desses estudantes ficaram sem o suporte da

alimentação escolar e sem as redes de apoio que a escola geralmente proporciona

para aqueles que são mais frágeis ou vítimas de violência”.

Convidados

Foram convidados a participar da sessão temática representantes do Ministério da

Educação (MEC), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), da

Campanha Nacional pelo Direito à Educação, do Movimento Todos pela Educação,

da União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (UNDIME), do Conselho

Nacional de Secretários da Educação (CONSED).

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Polêmica em SC

 




Governo autoriza uso das últimas edições do Enem na pré-seleção do Prouni, que oferece bolsas

 Decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro autoriza que a pré-seleção dos

estudantes pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) considere as últimas

edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A informação foi divulgada

pelo Palácio do Planalto neste sábado (19).

Para ingresso em curso de graduação ou sequencial de formação específica,

segundo o governo, serão consideradas as duas edições imediatamente anteriores

ao processo seletivo do Prouni — iniciativa do Ministério da Educação que oferece

bolsas integrais e parciais em faculdades particulares.

De acordo com a Presidência da República, a nova regra atende a uma "demanda

potencial de alunos às bolsas do Prouni, reduzindo a atual ociosidade de bolsas

existentes e propiciando um maior acesso à Educação Superior por parte das

pessoas de baixa renda".

"Para além disso, a norma visa ampliar o número de matrículas na Educação

Superior, auxiliando no atingimento da Meta 12 do Plano Nacional de Educação

2014-2024", acrescentou.

Explicou, ainda, que a medida adequa a legislação que rege o Prouni, considerando

as consequências decorrentes da pandemia Covid-19, que "acabaram por ocasionar

atrasos nas últimas edições do Enem".

Quem tem direito ao Prouni?

apenas alunos que cursaram os três anos do ensino médio em escolas da rede

pública

ou estudaram os três anos do ensino médio com bolsa integral em colégios privados

(isto é, desde que sem pagar as mensalidades).

sábado, 18 de dezembro de 2021

Pausa do Educação em Ação!

O Educação em Ação logo estará de volta!

Nossa última edição deste ano foi neste último dia 11/12! Contamos com você para nossa volta, marcada para o dia 22/01!

Logo estaremos de volta, com mais informações e notícias todos os sábados a partir das 14h!

Nossa terceira temporada será repleta de grandes desafios e novidades!

Forte abraço, um feliz Natal e um próspero ano novo!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Impasse político trava o avanço da Bolsa Estudante em SC

Um impasse no texto está impedindo o avanço do Projeto de Lei (PL) que cria a “Bolsa Ensino Médio” em Santa Catarina. O deputado Marcius Machado (PL) pediu vista à matéria. O governo protocolou o PL na Assembleia Legislativa (Alesc) no dia 30 de novembro. Nesta segunda-feira (6), o projeto foi apresentado na Comissão de Constituição de Justiça. O projeto de lei 450/2021 institui a Bolsa-Estudante para os alunos regularmente matriculados no ensino médio das escolas da rede pública estadual de ensino. Ocorre que para acessar o benefício mensal (11 parcelas de R$ 568 entre fevereiro e dezembro com reajuste anual da inflação) o estudante precisa integrar família de baixa renda inscrita no CadÚnico do Governo Federal (Cadastro Nacional de Usuários da Assistência Social), estar devidamente matriculado e ter mínimo de 75% de freqüência escolar. O mal-estar ocorre porque o texto do Poder Executivo não contempla a obrigatoriedade de boas notas e demais atividades, apenas frequência escolar. Antes do governo estadual apresentar a sua proposta, a deputada Luciane Carminatti (PT) havia protocolado o projeto de lei 316/2021. O PL de origem parlamentar traz apenas uma diferença: Carminatti incluiu, além da frequência, a obrigatoriedade de contrapartidas por parte dos alunos beneficiados. São elas: o satisfatório rendimento escolar e a participação ativa em projetos e programas com temáticas previstas na Base Nacional Curricular Comum, como cidadania, meio ambiente, entre outros. E é justamente a ausência dessas contrapartidas na proposta do governo que está fazendo a maioria dos deputados da primeira comissão não serem favoráveis ao seu avanço na Alesc. A preocupação é para que a proposta seja aprovada ainda este ano para valer em 2022, quando passará a funcionar o Novo Ensino Médio e o aumento de carga horária escolar. O temor é que, sem a bolsa, mais alunos deixem os estudos para trabalhar. “Muitos estudantes terão de escolher entre a escola ou o trabalho, que significa o sustento da família ao final do mês", afirma a deputada

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Alesc aprova reajuste de professores e planos de carreira de policiais civis e agentes socioeducativos

 A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou nesta quinta-feira (9) o reajuste para os professores do estado e os planos de carreiras dos policiais civis e agentes socioeducativos. Conforme a Casa, eles foram aprovados em primeira e segunda votação, além da redação final, e estão prontos para serem encaminhados para análise do governador. Veja abaixo um pouco mais sobre cada projeto. Reajuste dos professores Trata-se do Projeto de Lei (PL) número 395/2021, de autoria do governo do estado. Os valores dos reajustes vão de 20% a 37%, colocados em uma tabela no PL. A proposta foi aprovada com 25 votos a favor e sete abstenções. Na exposição de motivos para o projeto enviada à Alesc, o governo do estado escreveu que, para o reajuste, foi usada como referência a inflação acumulada entre dezembro de 2018 e dezembro de 2020, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Foram apresentadas quatro emendas, mas todas foram rejeitadas. Representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Santa Catarina (Sinte-SC) acompanharam a votação no plenário. O g1 aguardava manifestação do sindicato sobre o projeto até 15h45 desta quinta. Plano de carreira dos policiais civis O PL 457/2021 foi aprovado por unanimidade. Ele também é de autoria do governo do estado e altera a Lei nº 6.843, de 1986, que dispõe sobre o Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina. De acordo com a Alesc, o principal objetivo é resolver o problema da falta de vagas dentro da carreira, que impede a progressão de funcionários e a consequente melhoria nos salários. A reestruturação, de acordo com a proposta, permitirá a recomposição do efetivo por parte das promoções dos agentes de autoridade policial e dos delegados de polícia. Fazem parte do projeto agentes de polícia, escrivães de polícia, psicólogos policiais e delegados de polícia. O Sindicato dos Policiais Civil de Santa Catarina (Sinpol) comemorou a aprovação. “Digamos que 90% do que a gente pediu está naquele projeto. O governo fez alguns cortes, informando sobre alguns impactos financeiros que extrapolaram, mas 90% foi aprovado”, afirmou o diretor jurídico do Sinpol, Paulo Abreu. “O policial vai poder fazer o concurso sabendo a data exata da sua promoção. Algumas transições que a gente propôs para beneficiar o pessoal que ficou muito tempo parado sem promoção, algumas não foram aceitas. Mas a gente ano que vem vamos trabalhar em algumas emendas", completou. O 1º vice-presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Santa Catarina (Adepol), delegado Gustavo Kremer, disse por nota sobre o projeto que "para o atual cenário, foi uma importante vitória". Plano de carreira dos agentes socioeducativos Também foi aprovado o Projeto de Lei Complementar (PLC) 27/2021, que dispõe sobre o Plano de Carreira e Vencimentos do cargo de Agente de Segurança Socioeducativo do Quadro de Pessoal da Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa (SAP). O PLC tem autoria do governo do estado. Foi feito um grupo de trabalho para fazer uma lei que regulamente exclusivamente a carreira de agente de segurança socioeducativo em Santa Catarina. A carreira do policial penal, antes chamada de agente penitenciário, e a do agente socioeducativo era regida conjuntamente por uma lei complementar estadual. Porém, em razão da publicação de uma norma somente com o estatuto da Polícia Penal de Santa Catarina, as duas categorias passaram a ter legislações distintas e surgiu a necessidade para uma regra só para os agentes socioeducativos.

sábado, 11 de dezembro de 2021

Comitê indica o retorno de 100% dos alunos às salas de aula de Santa Catarina em 2022

 O Comitê Estratégico de Retomada das Aulas Presenciais indicou que Santa Catarina deve ter 100% dos alunos em sala de aula a partir do início do ano letivo de 2022, que na rede estadual será em 7 de fevereiro. Para isso, o comitê autoriza o atendimento presencial nas escolas sem a exigência do distanciamento mínimo entre as carteiras, em regulamentações que serão publicadas nas próximas semanas. O assunto foi abordado em reunião nesta quarta-feira, 8, entre representantes das secretarias do Estado da Educação (SED) e da Saúde (SES), Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Tribunal de Contas do Estado (TCE), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Defesa Civil, entre outras entidades que formam o comitê estratégico. A alteração considera o novo cenário epidemiológico do Estado, o baixo índice de contágio nas escolas e o avanço da vacinação da população catarinense, sobretudo de profissionais da Educação. De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, com o avanço da vacinação, que já alcançou 70% da população total completamente imunizada, houve uma redução de mais de 60% nas mortes por Covid-19 em SC. Além disso, cerca de 80% dos adolescentes de 12 a 17 anos já receberam a primeira dose da vacina, sendo que 25% completaram o esquema vacinal. Com esse cenário, o grupo considera que há segurança em indicar o pleno funcionamento das escolas, mantendo as demais normas de prevenção contra a Covid-19 como de uso de máscaras, higienização e ventilação. O retorno de todos os estudantes à sala de aula foi defendido pelo secretário de Estado de Educação, Luiz Fernando Vampiro. “Santa Catarina vive um momento diferenciado e a gente precisa ter um decreto alinhado com o retorno às aulas já em fevereiro. Pela quantidade de alunos que temos no modelo híbrido, considero que rediscutir o distanciamento em sala de aula seja um dos pontos mais importantes, para combater a evasão escolar e recuperar os prejuízos que a pandemia trouxe ao ensino”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro. O superintendente de Vigilância em Saúde acrescentou que o assunto foi abordado na reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que integra gestores municipais e estaduais da saúde de Santa Catarina. Para o retorno da capacidade total das salas de aula, foram pautadas três ações a serem mantidas e intensificadas: manutenção do uso obrigatório de máscaras em estabelecimentos de ensino enquanto perdurar a situação de emergência por conta da pandemia do coronavírus, o desenvolvimento de ações visando promover a melhoria da qualidade do ar e da ventilação nas salas de aula e a uma avaliação de cenário epidemiológico a ser realizada pelo Coes na primeira quinzena de janeiro de 2022, ou seja, antes do início das aulas. As demais exigências e medidas sanitárias de segurança para evitar o contágio pela Covid-19, como o uso de álcool gel nas escolas e o uso de máscaras nos estabelecimentos de ensino serão mantidas. Além disso, a SED trabalha na construção de um material para reforçar a importância da ventilação cruzada nos ambientes escolares, que deve resultar em atualizações do Plano de Contingência das escolas. O Promotor de Justiça João Luiz Botega, representante do Ministério Público de Santa Catarina na reunião, também foi favorável à proposta. “A gente está bem alinhado nessa perspectiva. Fazermos esta sinalização e termos a regulamentação pronta ainda este ano é muito importante, também para que os órgãos de controle estejam preparados para fazer a fiscalização a partir do ano que vem.” A presidente da Undime e dirigente municipal de Educação de Blumenau, Patrícia Lueders, trouxe a situação das escolas municipais. “Hoje, nós temos 83% de municípios que já retornaram completamente às aulas presenciais, 15% que estão no ensino híbrido e 2% que ainda não voltaram. A Undime entende que é necessário retornar, especialmente porque a escola já se comprovou um ambiente seguro. E a nossa preocupação era justamente não deixar essa decisão para 2022, a fim de que os gestores municipais já pudessem se planejar desde agora”. As aulas presenciais em escolas de Santa Catarina estão autorizadas desde o começo do ano letivo e, na rede estadual, tiveram início em 18 de fevereiro. Desde então, o índice de contágio entre alunos esteve sempre abaixo de 0,2%, enquanto entre professores o número nunca ultrapassou a marca de 1%. O acompanhamento de casos suspeitos e confirmados é realizado por meio de um painel digital atualizado pelas próprias escolas da rede.